Hoje foi um dia muito cansativo no trabalho. Tive milhares de relatórios para conferir e sinto que, quanto mais o tempo passa, menos os jovens se empenham em seus relatórios. Não é nada fácil ler um relatório de vendas internacionais com erros ortográficos. Demiti três estagiários hoje. Um deles chorou.
No caminho de casa mandei um whatsapp para Kevin dizendo que foi um dia difícil. Ele já sabe o que eu quero. O trânsito não estava tão ruim, afinal, saí duas horas mais tarde do que eu deveria. Santa paciência!
Cheguei em casa com os pés doendo e a cabeça tocando rumba. Maldito salto agulha! Amanhã não uso mais. Felizmente eu tenho Kevin e ele a mim. Eu toquei campainha e lá estava ele, meu Kevin, com sua adorável pele alva que eu adoro deixar marcada em dias assim, seus cabelos negros bem penteados, mas com a teimosa franja cobrindo um pouco de seus olhos.
- Ajeite esta franja! - digo a ele.
- Sim senhora! - enquanto ajeita. Adoro ouvi-lo me obedecer.
Entro e paro no hall, enquanto ele se ajoelha e tira meus sapatos. A bolsa ainda está pendurada sobre meu ombro direito. Ele massageia e beija meus pés até eu pigarrear. Ele guarda meus sapatos no canto da entrada e se levanta, guardando minha bolsa e as chaves do carro.
O aroma de comida invade minhas narinas. Hmmmm... Rosbife! Ele pega minha mão e a beija intensamente me guiando pelo corredor até a sala de jantar. Kevin, meu amado Kevin. Seu bigode faz cócegas na minha mão. Gosto disso. Ele puxa a cadeira para eu sentar e me serve. Ele já sabe o que e quanto eu como.
No prato, ele coloca o purê de batatas, um pouco de vagem na manteiga e um grande pedaço de carne com um molho de canela e passas que só ele sabe fazer. Ah, Kevin, como eu o amo! Duas taças na minha frente, com vinho licoroso e água gelada. Na taça tem um desenho de uma coroa com a palavra Rainha. Ah, Kevin, como me ama!
O chamo com o dedo e ele fica imóvel frente a mim. Está com a calça preta de couro, o avental rosa cheio de cerejas vermelhas e um babado de laise branca. Está usando botas. Ele sabe como me excitar.
- Está lindo!
- Obrigada, minha senhora!
Meu Kevin, tão educado.
Aceno com a cabeça e ele se senta e se serve. Começamos a jantar juntos, olhando nos olhos um do outro. A mesa é grande, mas ele se senta ao meu lado, não na outra ponta. A cabeceira é minha, a chefe do lar e o lugar dele é ao meu lado. Enquanto mastigamos, nos damos as mãos. Sorrio com minhas intenções e ele sorri de volta. Como estou excitada!
Terminamos de jantar. O rosbife estava maravilhoso. Estou satisfeita. Aceno novamente com a cabeça e ele se levanta recolhendo tudo. Aguardo sua volta. Ele vem em minha direção e puxa minha cadeira, estendendo a mão para que eu me levante. Olho em seus olhos azuis.
- Estava divino. Pode me beijar!
Ele me beija intensamente, com sua língua quente e molhada massageando a minha. Seu beijo é macio e excitante. Ele passa as mãos pelas minhas costas suavemente, porém com intensidade. Sinto seu membro ficar rijo. Eu estou totalmente excitada. Paramos no tempo certo e nos olhamos. Ele me guia para cima, no nosso quarto. Na porta, ele faz uma reverência para eu passar. Quando eu entro, sorrio. Ele sempre foi bom em surpresas.
Na cama, pétalas de rosas e um aroma suave de champanhe no ar. É o difusor aceso no quarto. Ele coloca então uma música instrumental suave. Sorrio. Fico aguardando. Ele chega por trás e beija minha nuca, arrepiando minha pele. Desabotoa devagar minha camisa com suas grandes mãos enquanto comprime seu grande membro pulsante na minha bunda, por baixo de nossas roupas. Camisa aberta, ele vem frente a mim e sorri.
- Pode me beijar! - ordeno. E ele me beija.
Tirando minha saia, escorregando no chão, Kevin passeia suas mãos pelo meu corpo. Ele beija meu ombro enquanto eu ergo a cabeça. Ele passa seus lábios quentes e molhados pelo meu pescoço, tirando minha camisa e meu situã. Ele se abaixa, ficando ajoelhado na minha frente, tirando minha calcinha com delicadeza. Ergo minha perna e ele a coloca sobre seu ombro. Sinto então me chupando sua boca macia, sua língua invadindo os meus lábios vaginais, como se a beijasse e fosse correspondido. Sinto delicadas mordiscadas no clítoris que me fazem gemer suavemente.
- Muito bem, meu querido. Continue.
Ele continua me chupando suavemente, bebendo do meu ser. Sinto que ele tem vontade de intensificar e isso me deixa louca.
- Ainda não! - ordeno com firmeza. Ele se contém, eu percebo. Ele quer. E eu não deixo.
Ele continua lambendo por fora e por dentro, sempre devagar, sempre suave. Contraio ela quando sinto que ele coloca sua língua dentro. Ele solta um suspiro intenso. Sabe o que pode, sabe o que não pode. Kevin sabe melhor do nosso contrato do que poderia. Ele respeita. Sempre respeita. Nunca foi desobediente. Meu lindo Kevin, meu obediente Kevin.
O cheiro do difusor inebria meu ser e começo a movimentar meu quadril para ele sentir minha vagina toda roçando em seu rosto. Olho para baixo. Ele está muito excitado.
- Permito! - eu digo. Já sei o que ele quer. Ele já entende. Sou uma boa Domina. Muito boa por sinal.
Ele começa a me chupar com intensidade. Suga minha carne como se saciasse sua sede com meu líquido. Bebe com vontade, lambe, faminto por prazer, por sexo. Continuo a movimentar meu quadril enquanto ele me chupa. Vejo ele excitado.
- Pare!
A ordem é clara e ele pára. Tiro minha perna do ombro dele e movimento o dedo ordenando que ele se levante. Gosto deste poder. Com o Kevin eu não preciso falar constantemente. Nem ele comigo. Ambos odiamos falatório. Gostamos de exercer a dominação através da postura. Eu em postura dominadora e ele em postura servil. Meu amado Kevin.
Ele se levanta e eu ergo os braços. Ele me pega no colo e me coloca na cama, se ajoelhando em seguida.
- Pode me servir!
Kevin se deita suavemente sobre mim e me beija. Ele desce suavemente beijando meu corpo todo, proporcionando prazer e amor. Beija meus seios. Beija minha barriga. Beija minhas coxas. Beija minha vagina. Beija meus joelhos. Beija minhas pernas. Beija meus pés. Faz o caminho inverso enquanto eu abro as pernas e, carinhosamente, ele me penetra, fazendo um movimento intenso e delicado, movimentando seu quadril, invadindo todo o meu ser. Sinto Kevin dentro de mim com seu membro rijo em meu ser molhado.
- Mais forte! - ordeno. Ele começa a dar estocadas. Sinto ele tocando a boca do meu útero. Ah Kevin, como me deixa louca.
- Mais forte! - Repito a ordem e ele obedece.
- Sim, senhora!
- Mais forte, Kevin!
- Sim senhora!
Ele já faz o mais forte que consegue e por isso se esforça mais. Sinto ele cada vez mais excitado, especialmente por saber que será punido.
- Mais forte, Kevin! - ordeno com um grito. Pobre Kevin, não aguenta mais forte.
- Sim senhora!
- Kevin, mais forte!
Ele não aguenta e sucumbe. Continua dando as estocadas mais fortes possíveis que chegaria a machucar quem não está acostumada. Mas eu queria castigá-lo e ele queria ser castigado. Conheço meu Kevin.
- Mais forte, Kevin! - eu grito.
- Não consigo, senhora! Me perdoe! - ele diz caindo no choro.
- Não chore, Kevin, seu mimado! - grito enquanto dou um tapa em seu rosto.
- Perdão senhora! - ele continua, chorando.
- Pare já de chorar! - bato novamente, mais forte. - Mais forte!
- Perdão senhora! - ele chora mais. O desespero é evidente.
- Pare já de chorar, Kevin! - bato com mais força. Seu rosto chega a virar.
- Perdão senhora!
Sinto o corpo dele estremecer. Sei que já está chegando o momento.
- Não goze ainda! - ordeno com firmeza.
Ele continua o mais forte que pode. Meu corpo esquenta, contraio a vagina para ver o desespero dele. Seus olhos encharcados de lágrimas, o rosto vermelho, o corpo trêmulo, as veias do pescoço saltam. Ele não aguenta mais.
- Não goze ainda, Kevin!
Consigo ver o desespero evidente em seus olhos azuis rodeados pelo vermelho das lágrimas e da dor. Contraio ainda mais enquanto ele me penetra. Ele não aguenta mais, mas não goza. Muito obediente, meu Kevin.
- Senhora, por favor! Não aguento mais!
- Quer gozar? Quer? - provoco gemendo e arranhando suas costas.
- S-sim! - ele urra.
- FALE DIREITO COMIGO! - bato mais forte no rosto dele.
- Sim senhora! Perdão, senhora! - ele chora intensamente.
- Implore, Kevin! Implore por sua vida!
- Senhora! Por favor! Pelo meu amor! Por favor, me permita gozar! - ele urrava loucamente. Sorrio.
- Pode gozar!
Kevin solta um urro violento, jorrando seu líquido dentro de mim. Sinto seu corpo tremer. Gozo junto com ele. Adoro senti-lo gozar.
Ele mal respira. A vermelhidão de seu rosto se esvai aos poucos. Ele se força a respirar. Parece que vai cair a qualquer momento.
- Deite-se.
Ele se deita sobre meus seios. Me abraça. Seu corpo está quente e o meu também. Meu amado Kevin, meu lindo e excitante Kevin.
Olho para ele sorrindo.
- Obrigado, senhora!
O beijo na testa.
- Pode me beijar.
Ele me beija suavemente, com muito amor e volta a se deitar. Acaricio os cabelos dele, tão macios, tão sedosos, tão finos e delicados, tão lisos, tão pretos.
- Senhora?
- Pode falar, Kevin.
- Eu te amo!
Dou uma risadinha.
- Eu também te amo, Kevin!
Nos beijamos. Ficamos abraçados sentindo nossos corpos se apaziguarem. Caímos em um sono profundo, juntos.